Hoje pretendemos abrir uma discussão sobre o que é clássico na literatura infantil. Quais obras podem ser consideradas clássicos? Trouxemos então, como nossa convidada para debater o tema, Elizabete Scardazzi Silva.
Para começar, vamos apresentar melhor nossa convidada.
Elizabete Scardazzi Silva iniciou sua carreira profissional como professora de Educação Infantil. Posteriormente lecionou para o primeiro ciclo do Ensino Fundamental, trabalhando com alfabetização. Lecionou também para o Ensino Fundamental II (religião) e Ensino Médio (Filosofia, Sociologia e atualidades). Atuou ainda como professora universitária no curso de Pedagogia. Atualmente é coordenadora do PEB II, na rede municipal de Álvares Machado.
A partir daqui, o espaço é dela.
Em linhas gerais, um clássico é aquilo que conseguiu se firmar como clássico, aquilo que resistiu ao tempo, tornando-se fundamental.
Na literatura infantil, pode ser considerado como clássico todas as histórias que se perpetuaram, ao longo dos
anos, cujos escritores foram muito importantes para a história da literatura
infantil. Suas histórias fizeram e fazem sucesso no meio infantil até os dias
de hoje. Escritores como Irmãos Grimm (Branca de Neve, A Bela Adormecida), Hans
Cristhian Andersen (O Patinho Feio, A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo) e
outros.
A
maioria destas histórias surgiu entre os chamados “saraus”, entre os adultos e
foram reescritas para as crianças com um toque de magia e encantamento. Elas vêm sendo recontadas até os dias atuais, das mais diversas formas. Da tradição oral (do contar a história para um grupo de pessoas como se fazia originalmente), essas histórias foram compiladas em coletâneas de livros. Cada vez mais foram se fazendo adaptações e reescritas desses livros, popularizado esses contos. Por fim, essas histórias foram adaptadas em filmes, o que contribuiu para que se tornassem de fato muito difundidas.

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